Carvão Mineral

O carvão foi a fonte de energia básica do período da Revolução Industrial. Por isso, os países de maior desenvolvimento industrial, através do Colonialismo e do Imperialismo, levaram outros países e regiões à condição de simples exploradores de matéria-prima. Isto se deve ao objetivo principal dos países industrializados que era aumentar a produção, ampliar os mercados e consolidar o capitalismo.

O carvão mineral, chamado também de carvão de pedra, é uma rocha sedimentar de origem orgânica (plantas), resultante da perda de oxigênio e hidrogênio e da concentração de carbono sob enorme temperatura e pressão. No processo de formação do carvão mineral, é possível identificar diferentes estágios de acordo com o teor calorífico.

Turfa: aproximadamente 60% de carbono;

Linhito: aproximadamente 70% de carbono;

Hulha: de 80% a 85% de carbono;

Antracito: aproximadamente 95% de carbono.

Atualmente, o carvão mineral é muito utilizado em siderúrgicas, indústria química (transformado, por exemplo, em náilons, detergentes e tintas), transportes e termelétricas. O uso deste insumo como fonte de energia é uma das maiores causas de poluição atmosférica do mundo. De acordo com relatório do Ministério de Minas e Energia de dezembro de 2017, a queima de carvão mineral representou 38,5% da matriz mundial de geração elétrica em 2016. Sugiro colocar um ponto final em “mundo” e acrescentar a frase acima.

Mais de 80% das reservas comprovadas dessa fonte estão situadas no Hemisfério Norte do planeta (sobretudo na Europa, na América Anglo-saxônica e na Ásia oriental).

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